Juíza acata denúncia do MP e deixa para outro juiz decisão sobre prisão de Rodolpho

POLICIAL

  • Publicado em 2017-02-07

  • |
  • Atualizado em 07/02/2017 01:06

  • A juíza Thana Michelle, presidente interina do 1º Tribunal do Júri de João Pessoa, acatou a denúncia do Ministério Público contra Rodolpho Gonçalves pela morte do agente de trânsito Diogo Nascimento, 34 anos, mas, deixou para o juiz Marcos William, titular do Tribunal, que assume na próxima quarta-feira (8).

    Na decisão, a juíza disse que há um Habeas Corpus pendente no Tribunal de Justiça e que ainda não foi julgado. Por conta dessa pendência, não tem como se pronunciar sobre o pedido de prisão preventiva.

    O caso

    Diogo Nascimento foi atropelado na madrugada do dia 21 de janeiro quando trabalhava em uma operação da Lei Seca. O suspeito de atropelá-lo, Rodolpho Carlos, teria desobedecido a ordem de parada e avançado um Porsche sobre o agente. A vítima chegou a ser socorrida para o Trauma, mas morreu no dia seguinte.

    A Justiça pediu que Rodolpho fosse preso, mas o desembargador Joás de Brito concedeu habeas corpus na madrugada do dia 22 de janeiro, antes mesmo do suspeito ser detido. O carro dele foi apreendido. Durante a semana que se sucedeu ao atropelamento, a Polícia Civil e o Ministério Público da Paraíba (MPPB) formularam novo pedido de prisão de Rodolpho.

    A defesa de Rodolpho alega que ele está colaborando com as investigações, entregou Carteira de Habilitação e o passaporte e que não há impunidade porque todos os requisitos legais de ampla defesa e direito ao contraditório vêm sendo cumpridos.

    A juíza Thana Michelle, presidente interina do 1º Tribunal do Júri de João Pessoa, acatou a denúncia do Ministério Público contra Rodolpho Gonçalves pela morte do agente de trânsito Diogo Nascimento, 34 anos, mas, deixou para o juiz Marcos William, titular do Tribunal, que assume na próxima quarta-feira (8).

    Na decisão, a juíza disse que há um Habeas Corpus pendente no Tribunal de Justiça e que ainda não foi julgado. Por conta dessa pendência, não tem como se pronunciar sobre o pedido de prisão preventiva.

    O caso

    Diogo Nascimento foi atropelado na madrugada do dia 21 de janeiro quando trabalhava em uma operação da Lei Seca. O suspeito de atropelá-lo, Rodolpho Carlos, teria desobedecido a ordem de parada e avançado um Porsche sobre o agente. A vítima chegou a ser socorrida para o Trauma, mas morreu no dia seguinte.

    A Justiça pediu que Rodolpho fosse preso, mas o desembargador Joás de Brito concedeu habeas corpus na madrugada do dia 22 de janeiro, antes mesmo do suspeito ser detido. O carro dele foi apreendido. Durante a semana que se sucedeu ao atropelamento, a Polícia Civil e o Ministério Público da Paraíba (MPPB) formularam novo pedido de prisão de Rodolpho.

    A defesa de Rodolpho alega que ele está colaborando com as investigações, entregou Carteira de Habilitação e o passaporte e que não há impunidade porque todos os requisitos legais de ampla defesa e direito ao contraditório vêm sendo cumpridos.

    Fonte: Paraíba Já com Polêmica Paraíba

    Fonte: Paraíba Já com Polêmica Paraíba

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