MPF pede suspensão de atividades de empresas envolvidas na operação andaime e obras em execução podem ser paralisadas

POLÍTICA

  • Publicado em 2016-05-14

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  • Atualizado em 14/05/2016 01:31

  • O MPF está agindo em várias frentes para tentar estancar o esquema de fraudes e desvio de recursos públicos, identificados na operação andaime, com a o ajuizamento de diversas ações, tanto na esfera penal, como na área cível. A ação mais recente, foi o ajuizamento de Ação Civil Pública por Ato de Corrupção contra sete empresas do ramo da construção civil, onde a Procuradoria da República pleiteia a suspensão das atividades das construtoras, perdimento dos bens e dissolução compulsória da pessoa jurídica.

    Nesta primeira ação, com base em dispositivos da Lei Anticorrupção, o MPF demandou contra as empresas Servcon, Tec Nova, Gondin & Rêgo, Vantur Construções, Agiliza Construções, Edifica Construções e Produz Construções e Empreendimentos, que ficam na iminência de serem atingidas pelas medidas já descritas, bem como ficarem impedidas de receberem, incentivos, subsídios, subvenções, doações ou empréstimos de órgãos ou entidades públicas e de instituições financeiras públicas, o que significa, em outras palavras, que não vão poder receber, de Prefeituras, pagamentos por obras que estejam realizando.

    A maioria destas empresas estão executando obras em diversos municípios do estado, que podem ser paralisadas. A empresa Gondim & Rêgo, do cajazeirense Afrânio Gondim, por exemplo, vem executando dezenas de obras, entre elas, uma no valor de seis milhões de reais na cidade de Patos.

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